sexta-feira, 10 de abril de 2009

Just a perfect day...

O dia estava reservado para as filmagens. Um hotel abandonado em Pedras Salgadas. Cheguei à hora marcada. Ainda não tinha estacionado quando o meu amigo Rui — Ricardo no filme — telefonava a dizer-me que o seu carro não pegava. Velas, soubemos mais tarde. Eu sosseguei-o e disse que o ia buscar. Pus-me a caminho. A manhã estava perdida.
De novo nas Pedras. Almoço no Mário. Directos para o hotel, com uma pequena paragem na avenida para comprar uma fita métrica no chinês. Tlês e meio. Euros. Metros, dez.
Foi uma tarde produtiva. E estávamos muito contentes porque a nova grande ângular serviu bem para os nossos planos. Levei o Rui a Vila Real. A sua viatura estava concertada. Cento e vinte. Velas e mão-de-obra.
Meti-me no carro — o meu — para regressar a casa. Não pegava. Velas? Não sabíamos. E àquela hora já não havia mecânicos. O Rui sossegou-me e disse que me ia levar.